Archive for outubro \31\UTC 2010

Arma “Fraquinha”

31/10/2010

Para quem gosta de dar uns tirinhos no quintal de casa, segue uma sugestão…

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Como começou o Field Target

30/10/2010

Texto retirado do site da CBTE – http://www.cbte.org.br

História do Field Target
O Field Target nasceu no inicio da década de 80 com a vontade dos caçadores de pequenas pragas (varmint) em continuar a atirar durante os meses de inverno e como forma de treino de caça.

O esporte inicialmente diferia do atual curiosamente no seu maior símbolo atual, o alvo metálico rebatível. Segundo Dave Capenter do Falls Township Rifle & Pistol Association, a data de nascimento do esporte foi 7 de setembro de 1980 em Susex, Inglaterra onde os atiradores se reuniram na primeira prova de field target. As bases do esporte eram posicionar-se para o tiro, efetuar a estimativa da distancia do alvo, fazer a visada e atirar mirando em um alvo de papel com a imagem de uma pequeno animal, cuja zona representando a região anatômica de morte instantânea era a área de pontuação do alvo. Com o passar do tempo, os alvos metálicos rebatíveis foram se consolidando gerando o esporte como conhecemos hoje, principalmente na primeira metade da década de 80.

Ainda nos anos 80 o esporte começa a propagar pelo mundo inicialmente nos países do reino unido e USA onde pequenos clubes começam a ter suas competições. Em 1987 o esporte tem pela primeira vez a representação oficial com a criação da American Airgun Field Target Association (AAFTA).

O Canadá começa a ter suas primeiras provas oficiais em 9 de outubro de 1994 e desde 1995 é feito o campeonato nacional sempre com dois dias de competição. Portugal teve os primeiros atiradores no Clube de Tiro de Campo em 1999 e abriu a Associação Portuguesa de Field Target em 2005 tendo seu primeiro campeonato em 2006. A Holanda criou a Nederlands Field Target Initiatief NFTI em 2001.

Outros países da Europa iniciaram no esporte entre 1995 e 2008, contando hoje com representação oficial em 22 países.

O campeonato mundial existe desde 1991 e suas ultimas edições foram 2004 Alemanha, 2005 Inglaterra, 2006 Polônia, 2007 USA, 2008 Irlanda do Norte. Este ano já está marcado o campeonato mundial nos dias 25, 26 e 27 de setembro com possível participação de atiradores do Brasil pela primeira vez.

No Brasil o esporte começou a ser praticado de forma insipiente em 2005, ganhando mais adeptos a partir de 2006. Em 2009, já está marcado para o período de 11 a 14 de Junho, o Primeiro Campeonato Brasileiro de Field Target e as Federações, Clubes ou atiradores que quiserem conhecer mais sobre essa modalidade, basta acessar o site da CBTE e tomar conhecimento dos regulamentos.

O Esporte
O Field Target constitui uma simulação de caça, praticada hoje com alvos metálicos rebatíveis que reproduzem a silhueta de animais de pequeno porte com a área de desarme coincidente com a área de morte rápida à qual foi dada a denominação de Kill Zone.

Os alvos são preferencialmente posicionados em áreas de campo com obstáculos e elementos naturais como arvores, cupins, pedras e desníveis topográficos.

A modalidade constitui uma alternativa mais viável ecologicamente uma vez que não é tirada a vida de nenhum animal e a montagem da pista é feita normalmente de forma a não agredir o meio ambiente, não sendo portanto autorizada a retirada de vegetais e a depredação do terreno.

Em resumo trata-se de uma simulação de caça que tem como premissa a proteção da fauna e flora. Ao final de uma prova os alvos são retirados e a área permanece tal qual estava antes.

Outra vantagem deste esporte é o fato de ser praticado com armas de pressão, que podem ser adquiridas com maior facilidade e sem burocracia. A munição utilizada, o conhecido chumbinho, possui preço acessível e também dispensa procedimentos burocráticos em sua aquisição.

Este tipo de equipamento, além da característica de ser mais facilmente adquirido, tal qual sua munição uma vez que ambos dispensam os entraves burocráticos inerentes às armas de fogo, também possui a vantagem de oferecer menor risco aos participantes em função de uma potencia de disparo muito inferior a de qualquer arma de fogo.

 

Modalidade Field Target

30/10/2010

Texto retirado do site da CBTE – http://www.cbte.org.br

O que é Field Target?
Adaptado da matéria publicada na revista Tiro Certo, edição numero 5 de 2007, de Luiz Gabriel Lopes.

O Field Target é uma modalidade esportiva do tiro de chumbinho que vem crescendo muito no exterior devido a sua grande dinâmica e diversão proporcionada ao atirador. Nesta modalidade – que teve seu início no Reino Unido – faz-se a simulação de caça de animais considerados pragas urbanas, como ratos e pombos. Aqui no Brasil foi adaptado para animais da fauna brasileira.

Em uma prova do Field Target os alvos não são dispostos de forma linear ao atirador, como de costume das modalidades tradicionais do tiro esportivo. A grande diversão do Field Target muitas vezes é o ambiente em que as provas são realizadas, podendo variar do tradicionalíssimo clube de tiro ao prédio em construção ou terreno de mata fechada.

No Field Target os alvos são dispostos de maneira randômica no terreno onde a prova vai ser realizada, em distâncias que variam dos 9 aos 50 metros e que geralmente são desconhecidas do atirador. Os alvos muitas vezes são colocados em cima de árvores, embaixo de troncos, em cima de telhados, etc. Todo o terreno é aproveitado como campo de tiro em potencial, o que aumenta e muito o desafio e diversão que se tem nas provas desta natureza.

Durante a prova cada atleta deve percorrer os postos de tiro. Na regra internacional não existem fiscais de pista, sendo que este trabalho pode ser feito pelos próprios atletas.

A pontuação ocorre de maneira simples e direta. Um ponto consiste em um acerto.

Um ponto sempre levado muito a sério na organização das provas de Field Target é a segurança. Durante a organização das provas a comissão organizadora deve pensar em todos os alvos e seus locais de tiro, e se assegurar da segurança de todos.

Nos locais de provas há áreas demarcadas para circulação geral, em que todas as pessoas presentes podem circular livremente, áreas de circulação restrita dos competidores e organizadores e áreas de circulação expressamente proibida por questões de segurança. O principal atrativo do Field Target é a possibilidade de se realizar provas de nível superior fora do clube, uma vez que o tiro a ar comprimido é muito seguro de ser praticado em praticamente qualquer lugar desde que se atente sempre as regras de segurança. Muitas vezes só o gesto de sair do clube e ir competir em meio a natureza de uma área de mata já é motivo mais que o suficiente para se apaixonar pela modalidade.

O desafio principal do Field Target é no que toca os alvos e suas distâncias. Cada alvo consiste em uma silhueta de um animal com uma área chamada de “kill zone”, que quando atingida pelo disparo desarma o mecanismo do alvo provocando sua queda – ou rebatimento – para trás. Desta forma se tem na hora a pontuação do tiro. A “kill zone” consiste em um orifício de 15 a 50 milímetros no alvo, podendo sempre variar de acordo com a distância do tiro.

A distância máxima de tiro no Field Target é de 50 metros, considerada a distância máxima para armas de pressão. Como a distancia dos alvos pode variar de 9 a 50 metros grande parte do desafio é saber estipular a distância e compensá-la em seu equipamento.

Durante o percurso de tiro muitas vezes o atirador vai encontrar indicações de qual posição de tiro utilizar naquela pista. A posição mais comum é a sentado com os braços cruzados em cima dos joelhos e a arma apoiada nos braços. Nesta posição consegue-se o máximo de precisão necessária para os tiros, mas muitas vezes o alvo em questão exige uma outra posição, como tiro deitado ou em pé. Muitas vezes também o atirador é forçado a atirar em determinada posição devido ao posicionamento do alvo, como um alvo em cima de um telhado ou dentro de uma gruta embaixo da terra.

O dinamismo das provas de Field Target é algo realmente indiscutível pois nada é previsível. Cada prova é uma prova, e cada alvo é único e singular. As provas variam de acordo com a organização, fazendo desta uma das modalidades mais dinâmicas e apaixonantes do tiro esportivo.

As armas usadas pelo Field Target podem ser de simples carabina de ar nos modelos de “quebrar” o cano até sofisticadas armas usadas no Tiro Olímpico.

Segue um vídeo que demonstra uma competição

Jantar desta quinta feira 28/10/2010

27/10/2010

Nesta quinta feira o jantar é por minha conta.

Abraço a todos.

Gian

Santa Catarina “Bem na Fita”

26/10/2010

Texto retirado do site do Movimento Viva Brasil, o qual luta por nossos direitos. www.mvb.org.br

Nordeste: Poucas armas e muita violência

A região brasileira com o menor número de armas legalizadas apresenta os maiores índices de violência

Na edição de 2010 dos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável no Brasil, feito pelo IBGE, a Região Nordeste apresenta a maior taxa média de homicídios (2007): 29,6 homicídios por 100 mil habitantes. É também no Nordeste que se encontra o estado mais violento do Brasil. Alagoas apresenta a assustadora taxa de 59,5 homicídios por 100 mil habitantes.

O que causou espanto para alguns especialistas em segurança pública é que o Nordeste apresenta o que parece, à primeira vista, um enorme paradoxo, pois de acordo com dados da Polícia Federal a região possui a menor taxa de armas legais do Brasil. A taxa nordestina é de apenas 1,4 armas legalizadas para cada 100 mil habitantes.

O maior número de armas legais encontra-se na Região Sul, com a taxa de 26,55 armas legais para cada grupo de 100 mil habitantes, e é também nesta região que estão as menores taxas de homicídios de todo o Brasil, hoje em 21,4 homicídios para cada 100 mil habitantes. Também fica na Região Sul o estado menos violento, Santa Catarina, com a taxa de apenas 10,4 homicídios para 100 mil habitantes.

Para Bene Barbosa, especialista em segurança e presidente da ONG Movimento Viva Brasil, não há qualquer paradoxo nesses números, já que nenhuma pesquisa no mundo até hoje provou que há ligação direta entre a existência de armas legais em uma sociedade e o número de homicídios: “Algumas pessoas me criticam quando utilizo os EUA como parâmetro de não relação entre armas e crimes por ser o exemplo de um outro país, com outra realidade. Porém, agora isso ocorre dentro de nosso país, onde temos uma região com pouquíssimas armas e um número elevadíssimo de homicídios”, destaca. E acrescenta: “Isso prova que não é a arma legal, em posse do cidadão de bem, do trabalhador que está sendo utilizada para se cometer homicídios”.

Para Barbosa, a lei 10.826/03, apelidada de Estatuto do Desarmamento, fracassou indiscutivelmente uma vez que não impede e nunca impedirá que os criminosos tenham acesso às armas, enquanto coloca o cidadão em uma situação muito delicada perante os criminosos, por dificultar a posse legal de armas.

O estudo Homicídios por Armas de Fogo no Brasil – taxas e números de vítimas antes e depois da Lei do Desarmamento, da Confederação Nacional dos Municípios, traz conclusão parecida. “Tráfico de armas, acesso a armas ilegais, delinquência, impunidade, homicídios são alguns dos elementos que compõem essa teia do crime. O que se vê é que o tão aclamado Estatuto do Desarmamento foi mais uma lei inócua, que conseguiu tirar de circulação uma quantidade de armas legais, mas não passou perto ao menos da tentativa de lidar com o tráfico de armas ilegais”, diz um de seus trechos.

Voltando a Alagoas, podemos utilizar como exemplo a série histórica do uso de armas de fogo em homicídios de Maceió, que, em 1999, apresentava o uso de armas de fogo em apenas 23,4% dos homicídios e, em 2008, aponta a taxa de uso de 96,6%.

Parece que não resta dúvida que, durante anos, o foco em segurança pública ficou fixo em algo completamente ineficaz para se combater a criminalidade e os governos estaduais e, principalmente, o federal consigam fazer uma autocrítica, assumir o erro e implantar uma política que realmente proteja o cidadão, para que não se perca milhares de vidas todos os anos.

Íntegra dos estudos:

IBGE: http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/recursosnaturais/ids/ids2010.pdf

CNM: http://portal.cnm.org.br/sites/5700/5770/16072010_Estudo_Armas_de_Fogo.pdf

Resultados e estatísticas da equipe no CCCA 2010

25/10/2010

Seguem os resultados e estatisticas da nossa equipe, no Campeonato Catarinense de Carabina Apoiada, tal e qual eu afixo no mural do estande.

Resultados CCCA2010
Estatisticas CCCA2010

Att
Estimado

Resultados Tiro Mensal 2010

25/10/2010

Olá Pessoal, aqui está a minha estreia no blog, postando os resultados do tiro mensal deste ano.

Tiro Mensal – 1º Semestre
Tiro Mensal – 2º Semestre
Tiro Mensal – Anual

É isso ai pessoal.
Att
Estimado

Super Câmera Lenta

24/10/2010

Segue abaixo um vídeo muito interessante, mostrando o impacto de projéteis em Super Câmera Lenta. São 1 milhão de quadros por segundo.

Campeonato interno Carabina Apoiada

23/10/2010

Como todos já sabem, temos o Campeonato Interno de Carabina Apoiada do Clube de Caça e Tiro Araújo Brusque, que acontece toda segunda quinta feira de cada mês. Em cada etapa são 3 alvos com 3 tiros em cada alvo, totalizando um máximo de 90 pontos, com um alvo de ensaio. A munição é igual para todos, mas é muito instável, o que está gerando reclamação de muitos atiradores. A maioria dos atiradores está em atividade no Campeonato Catarinense, e um tiro com pontuação abaixo de 8, com certeza não é por culpa do atirador. Já houveram casos com pontuação 6 ou até menos, o que prejudica em muito o atirador na contagem geral. Este tipo de acontecido, desanima qualquer atirador, pois neste caso, acaba contando mais a “sorte” do que a perícia.

Qual a solução?
Podemos alterar alguns pontos das regras.

Uma das sugestões é colocar mais um alvo com 3 tiros, totalizando 12 tiros e descartar as 3 piores pontuações. Desta forma, podemos minimizar o fator “sorte”, exaltando o que realmente interessa, que é a qualidade do atirador.

Outras sugestões podem ser analisadas, aguardamos sugestões nas reuniões que acontecem as quintas feiras no clube.

Segue abaixo uma enquete sobre o assunto, espero que todos participem.

Cinco anos do Referendo das Armas

23/10/2010

Texto retirado do site do Movimento Viva Brasil, o qual luta por nossos direitos. www.mvb.org.br

Cinco anos atrás o Brasil ia para as urnas dizer NÃO ao desarmamento, dizer que NÃO abriria mão do seu direito de defesa. O Movimento Viva Brasil não poderia deixar de comemorar essa data e para tanto estamos republicando o editorial abaixo, escrito pelo Prof. Bene Barbosa e publicado na revista Magnum por ser o texto que melhor representa o nosso sentimento.

Além disso, estamos disponibilizando com exclusividade um pequeno making off inédito da Campanha do Não. Assita em nosso site – clique aqui!

Nem tudo são comemorações: Neste exato momento sete estados brasileiros negam o direito do cidadão de comprar legalmente armas, provando que ainda há muito o que fazer. Leia aqui.

 

A nossa Batalha das Termópilas
Para quem não “devora” História grega, essa batalha foi travada em 480 a.C., no chamado desfiladeiro das Termópilas. Naquele local, Leônidas, rei de Esparta, acompanhado de 300 dos seus melhores soldados e não mais de 7.000 aliados, enfrentou o exército invasor persa liderado por Xerxes, que contava com nada menos que 250 mil combatentes.

Na iminência da derrota, Leônidas ordenou que apenas os espartanos ficassem e combatessem. A resistência durou poucos dias, pois foram surpreendidos pela retaguarda, traídos pelo soldado Efialtes, que mostrou aos persas um caminho alternativo para o ataque.

Antes de serem completamente massacrados, dada a disparidade numérica, os gregos conseguiram infligir um grande número de baixas aos persas, além de retardar o avanço das tropas de Xerxes, chegando assim ao objetivo de salvar Atenas, o que para muitos Historiadores significou salvar a nascente da civilização ocidental.

Lutamos hoje a nossa Batalha das Termópilas, onde um inimigo ainda não completamente identificado tenta nos fazer render, tenta nos desarmar, e por desarmar entenda-se não somente a privação de armas, mas também o arrancar de nossas almas a vontade de lutar.

Essa batalha, ao contrário daquela conduzida por Lêonidas, não dura apenas três dias, já dura anos e teve ápice no referendo promovido em 2005.

Nossos Persas eram o governo, as igrejas, redes de rádio e televisão, jornais, ONGs financiadas aos milhões de dólares por organismos estrangeiros, dezenas de deputados e senadores, artistas de TV, grandes empresas e centenas de milhares de inocentes úteis, que repetiam sem pensar o discurso fácil do desarmamento.

E nós, os Trezentos… Duas ou três ONGs, entre elas o Movimento Viva Brasil que orgulhosamente presido, meia dúzia de deputados, alguns corajosos jornalistas – dentre eles os pertencentes à Revista MAGNUM, a qual sempre apoiou a causa – e algumas dezenas de pessoas que, não se conformando com tal absurdo, lutaram bravamente, orgulhosamente: os nossos trezentos!

Vencemos o referendo. Mas os “persas” não desistiram. Recuaram, momentaneamente, para rearticular suas tropas, para localizar o seu “Efialtes”, para tentar entender o que teria acontecido, da mesma forma que imagino Xerxes tentando entender como 300 guerreiros poderiam ter enfrentado 250 mil soldados…

Jamais vão admitir, nem mesmo para si, que a diferença está em lutar por aquilo em que se acredita de verdade! Por liberdade, por vontade própria, e não por ser pago para isso, ou por ser forçado – mesmo que moral ou institucionalmente -, ou ainda por ser arrastado para frente de batalha pela “manada”.

Não importa. Reagrupam-se os “persas” e voltam a atacar. Para eles, o problema é que os Trezentos continuam aqui. Continuam combatendo. Continuam dizendo “Não”.

Poderemos ser massacrados um dia, como foram os bravos espartanos? Mesmo que a resposta seja sim, enquanto houver um destes trezentos em pé, ao ordenarem a entrega das nossas armas, teremos a mesma resposta dada por Leônidas aos Persas: Μολών Λαβέ – que, em bom português, significa “Venham buscar!”.

 


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